đ Leitura BĂblica
đ Janeiro 2025
đ Terça-feira, 14
đ NAA: GĂȘnesis 27 - 28 đŠ
đ KJV: Proverbs 14 đŠ
đ NAA: Mateus 14 đŠ
GĂȘnesis 27
1
Quando Isaque envelheceu e os seus olhos se enfraqueceram, a ponto de nĂŁo mais poder ver, chamou EsaĂș, seu filho mais velho, e lhe disse: — Meu filho! EsaĂș respondeu: — Aqui estou!
2
O pai lhe disse: — Estou velho e nĂŁo sei o dia da minha morte.
3
Pegue agora as suas armas, a sua aljava e o seu arco, vå ao campo e apanhe para mim alguma caça.
4
Faça uma comida saborosa, como eu aprecio, e traga aqui para mim, para que eu coma e abençoe vocĂȘ antes que eu morra.
5
Rebeca esteve escutando enquanto Isaque falava com EsaĂș, seu filho. E EsaĂș foi ao campo para apanhar a caça e trazĂȘ-la.
6
EntĂŁo Rebeca disse a JacĂł, seu filho: — Ouvi seu pai falar com EsaĂș, o seu irmĂŁo. Ele disse:
7
“Traga uma caça e faça uma comida saborosa para mim, para que eu coma e o abençoe na presença do SENHOR, antes que eu morra.”
8
Agora, meu filho, escute as minhas palavras e faça o que lhe ordeno.
9
VĂĄ ao rebanho e traga-me dois bons cabritos. Deles farei uma saborosa comida para o seu pai, como ele aprecia.
10
VocĂȘ a levarĂĄ ao seu pai, para que a coma e o abençoe, antes que ele morra.
11
Mas JacĂł disse a Rebeca, sua mĂŁe: — EsaĂș, meu irmĂŁo, Ă© um homem peludo, e eu sou um homem de pele lisa.
12
Se o meu pai me apalpar, passarei a ser visto por ele como zombador e trarei sobre mim maldição e nĂŁo bĂȘnção.
13
A mĂŁe respondeu: — Caia sobre mim essa maldição, meu filho. Faça somente o que eu digo: vĂĄ e traga os cabritos para mim.
14
Ele foi, pegou os cabritos e os trouxe a sua mĂŁe, que fez uma saborosa comida, como o pai dele apreciava.
15
Depois, Rebeca pegou a melhor roupa de EsaĂș, seu filho mais velho, roupa que tinha consigo em casa, e vestiu JacĂł, seu filho mais novo.
16
Com a pele dos cabritos cobriu-lhe as mãos e a lisura do pescoço.
17
EntĂŁo entregou a JacĂł, seu filho, a comida saborosa e o pĂŁo que havia preparado.
18
JacĂł foi a seu pai e disse: — Meu pai! Ele respondeu: — Fale! Quem Ă© vocĂȘ, meu filho?
19
JacĂł respondeu a seu pai: — Sou EsaĂș, seu filho primogĂȘnito. Fiz o que o senhor ordenou. Levante-se, por favor; sente-se e coma da minha caça, para que depois o senhor me abençoe.
20
Isaque perguntou a seu filho: — Como foi que vocĂȘ conseguiu achar a caça tĂŁo depressa, meu filho? Ele respondeu: — Porque o SENHOR, seu Deus, a mandou ao meu encontro.
21
EntĂŁo Isaque disse a JacĂł: — Chegue mais perto, para que eu o apalpe, meu filho, e veja se vocĂȘ Ă© meu filho EsaĂș ou nĂŁo.
22
JacĂł se aproximou de Isaque, seu pai, que o apalpou e disse: — A voz Ă© de JacĂł, mas as mĂŁos sĂŁo de EsaĂș.
23
E nĂŁo o reconheceu, porque as mĂŁos realmente estavam peludas como as de seu irmĂŁo EsaĂș. E o abençoou.
24
EntĂŁo perguntou: — VocĂȘ Ă© mesmo o meu filho EsaĂș? Ele respondeu: — Eu sou.
25
EntĂŁo disse: — Traga isso para perto de mim, para que eu coma da caça de meu filho e o abençoe. JacĂł a levou atĂ© ele e o pai comeu. Trouxe-lhe tambĂ©m vinho, e ele bebeu.
26
EntĂŁo Isaque, seu pai, lhe disse: — Venha cĂĄ e me dĂȘ um beijo, meu filho.
27
Ele se aproximou e o beijou. Então o pai aspirou o cheiro da roupa dele e o abençoou. Ele disse: Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o SENHOR abençoou;
28
Deus lhe dĂȘ do orvalho do cĂ©u, e da exuberĂąncia da terra, e fartura de trigo e de vinho.
29
Que povos sirvam vocĂȘ, e naçÔes o reverenciem. Que vocĂȘ seja senhor de seus irmĂŁos, e os filhos de sua mĂŁe se curvem diante de vocĂȘ. Malditoⓒ seja quem o amaldiçoar, e bendito quem o abençoar.ⓓ
30
E aconteceu que, depois que Isaque abençoou JacĂł e este tinha acabado de sair da presença de seu pai, chegou EsaĂș, seu irmĂŁo, vindo da sua caçada.
31
Ele tambĂ©m fez uma comida saborosa e a levou ao seu pai. E lhe disse: — Levante-se, meu pai, e coma da caça de seu filho, para que o senhor me abençoe.
32
EntĂŁo Isaque, o pai dele, perguntou: — Quem Ă© vocĂȘ? Ele respondeu: — Sou o seu filho, o seu primogĂȘnito; sou EsaĂș.
33
Isaque estremeceu, sentindo uma violenta comoção. E disse: — Mas entĂŁo quem foi aquele que apanhou a caça e trouxe para mim? Eu comi tudo, antes que vocĂȘ chegasse, e o abençoei, e ele serĂĄ abençoado.
34
Ao ouvir tais palavras de seu pai, EsaĂș deu um grito cheio de amargura e disse: — Abençoe tambĂ©m a mim, meu pai!
35
Mas Isaque respondeu: — Seu irmĂŁo veio e, com astĂșcia, tomou a bĂȘnção que era sua.
36
EsaĂș disse: — NĂŁo Ă© com razĂŁo que ele se chama JacĂł?[] Pois jĂĄ duas vezes me enganou: tirou-me o direito de primogenituraⓔ e agora tomou a bĂȘnção que era minha. E perguntou: — EntĂŁo o senhor nĂŁo reservou nenhuma bĂȘnção para mim?
37
Isaque respondeu a EsaĂș: — Eis que o constituĂ senhor sobre vocĂȘ, e fiz com que todos os parentes sejam servos dele; de trigo e de vinho o supri. Assim, o que posso fazer por vocĂȘ, meu filho?
38
EsaĂș disse a seu pai: — SerĂĄ que o senhor, meu pai, tem somente uma bĂȘnção? Abençoe tambĂ©m a mim, meu pai. E, levantando EsaĂș a voz, chorou.ⓕ
39
EntĂŁo Isaque, seu pai, disse: Sua habitação serĂĄ longeⓖ dos lugares fĂ©rteis da terra, longe do orvalho que cai do alto.
40
VocĂȘ viverĂĄ da sua espada e servirĂĄ o seu irmĂŁo; quando, porĂ©m, vocĂȘ se libertar, sacudirĂĄ do seu pescoço o jugoⓗ dele.
41
EsaĂș passou a odiar JacĂł por causa da bĂȘnção com que seu pai o tinha abençoado. E disse em seu Ăntimo: — Os dias de luto por meu pai se aproximam; entĂŁo matarei meu irmĂŁo JacĂł.
42
Chegaram aos ouvidos de Rebeca estas palavras de EsaĂș, seu filho mais velho. EntĂŁo ela mandou chamar JacĂł, seu filho mais moço, e lhe disse: — Eis que o seu irmĂŁo EsaĂș se consola fazendo planos para matĂĄ-lo.
43
Agora, pois, meu filho, ouça bem o que vou dizer: levante-se e fuja para a casa de Labão, meu irmão, em Harã.
44
Fique com ele alguns dias, até que passe o furor de seu irmão,
45
e cesse o rancor dele contra vocĂȘ, e se esqueça do que vocĂȘ lhe fez. Quando isso acontecer, enviarei alguĂ©m para trazer vocĂȘ de volta. NĂŁo posso perder os meus dois filhos num sĂł dia!
46
EntĂŁo Rebeca disse a Isaque: — Estou aborrecida da vida por causa das filhas de Hete. Se JacĂł tomar esposa dentre as filhas de Hete, tais como estas, as filhas desta terra, de que me servirĂĄ a vida?
GĂȘnesis 28
1
Isaque chamou JacĂł e, dando-lhe a sua bĂȘnção, lhe ordenou, dizendo: — NĂŁo escolha uma esposa dentre as filhas de CanaĂŁ.ⓘ
2
Levante-se e vĂĄ a PadĂŁ-ArĂŁ, Ă casa de Betuel, pai de sua mĂŁe, e tome lĂĄ por esposa uma das filhas de LabĂŁo, irmĂŁo de sua mĂŁe.
3
Que o Deus Todo-Poderoso[] o abençoe, faça com que seja fecundo e o multiplique para que vocĂȘ venha a ser uma multidĂŁo de povos.
4
Que ele lhe dĂȘ a bĂȘnção de AbraĂŁo,ⓙ a vocĂȘ e Ă sua descendĂȘncia, para que vocĂȘ possua a terra de suas peregrinaçÔes, concedida por Deus a AbraĂŁo.
5
Assim, Isaque despediu JacĂł, que se foi a PadĂŁ-ArĂŁ, Ă casa de LabĂŁo, filho de Betuel, o arameu, irmĂŁo de Rebeca, mĂŁe de JacĂł e de EsaĂș.
6
EsaĂș viu que Isaque havia abençoado JacĂł e o havia mandado a PadĂŁ-ArĂŁ, para tomar de lĂĄ esposa para si, e que, ao abençoĂĄ-lo, lhe havia ordenado que nĂŁo escolhesse uma esposa dentre as filhas de CanaĂŁ.
7
Soube também que Jacó, obedecendo ao seu pai e à sua mãe, havia ido a Padã-Arã.
8
Sabendo também que Isaque, seu pai, não via com bons olhos as filhas de Canaã,
9
EsaĂș foi Ă casa de Ismael e, alĂ©m das mulheres que jĂĄ tinha, tomou por mulher Maalate, filha de Ismael, filho de AbraĂŁo, e irmĂŁ de Nebaiote.
10
JacĂł partiu de Berseba e seguiu para HarĂŁ.
11
Quando chegou a certo lugar, ali passou a noite, porque o sol jĂĄ se havia posto. Pegou uma das pedras do lugar, fez dela o seu travesseiro e se deitou ali mesmo para dormir.
12
E sonhou: Eis que estava posta na terra uma escada cujo topo atingia o cĂ©u, e os anjos de Deus subiam e desciam por ela.ⓚ
13
E eis que o SENHOR estava perto dele[] e lhe disse: — Eu sou o SENHOR, Deus de AbraĂŁo, seu pai, e Deus de Isaque. A terraⓛ em que agora vocĂȘ estĂĄ deitado, eu a darei a vocĂȘ e Ă sua descendĂȘncia.
14
A sua descendĂȘncia serĂĄ como o pĂł da terra; vocĂȘ se estenderĂĄ para o oeste e para o leste, para o norte e para o sul. Em vocĂȘ e na sua descendĂȘnciaⓜ serĂŁo benditas todas as famĂlias da terra.
15
Eis que eu estou com vocĂȘ e o guardarei por onde quer que vocĂȘ for. Farei com que vocĂȘ volte para esta terra, porque nĂŁo o abandonarei atĂ© que eu cumpra aquilo que lhe prometi.
16
Quando JacĂł despertou do sono, disse: — Na verdade, o SENHOR estĂĄ neste lugar, e eu nĂŁo o sabia.
17
E, temendo, disse: — QuĂŁo temĂvel Ă© este lugar! Ă a casa de Deus, a porta dos cĂ©us.
18
Na manhã seguinte, Jacó levantou-se de madrugada, pegou a pedra que havia usado como travesseiro e a pÎs em pé como coluna. E sobre o topo dela derramou azeite.
19
E ao lugar, cidade que antes se chamava Luz, deu o nome de Betel.[]
20
JacĂł fez tambĂ©m um voto, dizendo: — Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pĂŁo para comer e roupa para vestir,
21
de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, entĂŁo o SENHOR serĂĄ o meu Deus;
22
e a pedra, que pus como coluna, serĂĄ a casa de Deus; e, de tudo o que me concederes, certamente te darei o dĂzimo.
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Proverbs
Chapter 14
Every wise woman buildeth her house: but the foolish plucketh it down with her hands.
2 He that walketh in his uprightness feareth the LORD: but he that is perverse in his ways despiseth him.
3 In the mouth of the foolish is a rod of pride: but the lips of the wise shall preserve them.
4 Where no oxen are, the crib is clean: but much increase is by the strength of the ox.
5 A faithful witness will not lie: but a false witness will utter lies.
6 A scorner seeketh wisdom, and findeth it not: but knowledge is easy unto him that understandeth.
7 Go from the presence of a foolish man, when thou perceivest not in him the lips of knowledge.
8 The wisdom of the prudent is to understand his way: but the folly of fools is deceit.
9 Fools make a mock at sin: but among the righteous there is favour.
10 The heart knoweth his own bitterness; and a stranger doth not intermeddle with his joy.
11 The house of the wicked shall be overthrown: but the tabernacle of the upright shall flourish.
12 There is a way which seemeth right unto a man, but the end thereof are the ways of death.
13 Even in laughter the heart is sorrowful; and the end of that mirth is heaviness.
14 The backslider in heart shall be filled with his own ways: and a good man shall be satisfied from himself.
15 The simple believeth every word: but the prudent man looketh well to his going.
16 A wise man feareth, and departeth from evil: but the fool rageth, and is confident.
17 He that is soon angry dealeth foolishly: and a man of wicked devices is hated.
18 The simple inherit folly: but the prudent are crowned with knowledge.
19 The evil bow before the good; and the wicked at the gates of the righteous.
20 The poor is hated even of his own neighbour: but the rich hath many friends.
21 He that despiseth his neighbour sinneth: but he that hath mercy on the poor, happy is he.
22 Do they not err that devise evil? but mercy and truth shall be to them that devise good.
23 In all labour there is profit: but the talk of the lips tendeth only to penury.
24 The crown of the wise is their riches: but the foolishness of fools is folly.
25 A true witness delivereth souls: but a deceitful witness speaketh lies.
26 In the fear of the LORD is strong confidence: and his children shall have a place of refuge.
27 The fear of the LORD is a fountain of life, to depart from the snares of death.
28 In the multitude of people is the king's honour: but in the want of people is the destruction of the prince.
29 He that is slow to wrath is of great understanding: but he that is hasty of spirit exalteth folly.
30 A sound heart is the life of the flesh: but envy the rottenness of the bones.
31 He that oppresseth the poor reproacheth his Maker: but he that honoureth him hath mercy on the poor.
32 The wicked is driven away in his wickedness: but the righteous hath hope in his death.
33 Wisdom resteth in the heart of him that hath understanding: but that which is in the midst of fools is made known.
34 Righteousness exalteth a nation: but sin is a reproach to any people.
35 The king's favour is toward a wise servant: but his wrath is against him that causeth shame.
Mateus 14
1
Por aquele tempo, o tetrarca[] Herodes soube da fama de Jesus
2
e disse aos que o serviam: — Este Ă© JoĂŁo Batista. Ele ressuscitou dos mortos, e, por isso, forças miraculosas operam nele.
3
Porque Herodes, havendo prendido JoĂŁo,ⓚ o amarrou e pĂŽs na prisĂŁo, por causa de Herodias, mulher do seu irmĂŁo Filipe.
4
Pois JoĂŁo lhe dizia: “VocĂȘ nĂŁo tem o direito de viver com ela.”ⓛ
5
Embora Herodes quisesse matĂĄ-lo, tinha medo do povo, porque consideravam JoĂŁo como profeta.
6
Mas, quando chegou o dia do aniversårio de Herodes, a filha de Herodias dançou diante de todos e agradou a Herodes.
7
Este prometeu, com juramento, dar-lhe o que ela pedisse.
8
EntĂŁo ela, instigada por sua mĂŁe, disse: — DĂȘ-me, aqui, num prato, a cabeça de JoĂŁo Batista.
9
O rei ficou triste, mas, por causa do juramento e dos que estavam com ele Ă mesa, ordenou que o pedido fosse atendido.
10
Assim, deu ordens para que JoĂŁo fosse decapitado na prisĂŁo.
11
A cabeça foi trazida num prato e dada à jovem, que a levou à sua mãe.
12
EntĂŁo vieram os discĂpulos de JoĂŁo, levaram o corpo e o sepultaram; depois, foram e anunciaram isso a Jesus.
13
Jesus, ouvindo isto, retirou-se dali num barco para um lugar deserto, à parte. Ao saberem disso, as multidÔes vieram das cidades seguindo-o por terra.
14
Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidĂŁo, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.
15
Ao cair da tarde, os discĂpulos se aproximaram de Jesus e disseram: — Este lugar Ă© deserto, e jĂĄ Ă© tarde. Mande as multidĂ”es embora, para que, indo pelas aldeias, comprem para si o que comer.
16
Jesus, porĂ©m, lhes disse: — NĂŁo precisam ir embora; deem vocĂȘs mesmos de comer a eles.
17
Mas eles responderam: — NĂŁo temos aqui senĂŁo cinco pĂŁes e dois peixes.
18
EntĂŁo Jesus disse: — Tragam esses pĂŁes e peixes aqui para mim.
19
E, tendo mandado que a multidĂŁo se assentasse sobre a relva, pegando os cinco pĂŁes e os dois peixes, erguendo os olhos para o cĂ©u, os abençoou. Depois, tendo partido os pĂŁes, deu-os aos discĂpulos, e estes deram Ă s multidĂ”es.
20
Todos comeram e se fartaram, e ainda recolheram doze cestos cheios dos pedaços que sobraram.
21
E os que comeram eram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.
22
Logo a seguir, Jesus fez com que os discĂpulos entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidĂ”es.
23
E, tendo despedido as multidĂ”es, ele subiu ao monte, a fim de orar sozinho.ⓜ Ao cair da tarde, lĂĄ estava ele, sĂł.
24
Entretanto, o barco jå estava longe, a uma boa distùncia da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrårio.
25
De madrugada, Jesus foi até onde eles estavam, andando sobre o mar.
26
Os discĂpulos, porĂ©m, vendo-o andar sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: — Ă um fantasma! E, tomados de medo, gritaram.
27
Mas Jesus imediatamente lhes disse: — Coragem! Sou eu. NĂŁo tenham medo!
28
EntĂŁo Pedro disse: — Se Ă© o Senhor mesmo, mande que eu vĂĄ atĂ© aĂ, andando sobre as ĂĄguas.
29
Jesus disse: — Venha! E Pedro, descendo do barco, andou sobre as ĂĄguas e foi atĂ© Jesus.
30
Reparando, porĂ©m, na força do vento, teve medo; e, começando a afundar, gritou: — Salve-me, Senhor!
31
E, prontamente, Jesus, estendendo a mĂŁo, o segurou e disse: — Homem de pequena fĂ©, por que vocĂȘ duvidou?
32
Subindo ambos para o barco, o vento cessou.
33
E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: — Verdadeiramente o senhor Ă© o Filho de Deus!
34
Estando jå no outro lado, chegaram à terra de Genesaré.
35
Quando as pessoas daquela terra o reconheceram, mandaram avisar em todos aqueles arredores e lhe trouxeram todos os enfermos.
36
E pediam-lhe que ao menos pudessem tocar na borda da sua roupa. E todos os que tocavam nela ficaram curados.
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